- Publicada em 21 jan 2012 às 09:49
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No interior da casa, a marca do sangue do crime que abalou Itaporã
Correio do Estado/AB
O crime ocorrido na madrugada de sexta-feira (20) e que chocou a pacata cidade de Itaporã (MS), de 21 mil habitantes, foi causado porque Fernanda Naiara Azevedo, 16 anos, pediu para que o marido, Marcos Luis Azevedo, 20 anos, abaixasse o volume do som. Irritado ele acabou cometendo a chacina, matando com mais de 90 facadas a mulher e duas crianças, um bebê de seis meses (filho do casal) e um menino de dois anos, enteado do assassino.
Os golpes, em sua maioria, foram desferidos na região do peito, pescoço e rosto. Ele foi preso horas depois.
O caso
Depois de mais um dia de trabalho na chácara Bela Vista, onde a família mora e tem um aviário, Marcos disse que foi para casa. No período da noite de quinta-feira (19) passou a tomar cachaça e ouvir música em alto volume. Fernanda ficou incomodada com o som. Pediu para que o marido abaixasse o volume. Sem sucesso.
Ele ignorou a mulher e continuou a tomar pinga e a ouvir o som, que também causava incômodo aos vizinhos. Na chácara há três casas, sendo que uma delas é da mãe do assassino.
‘Desferi o golpe nas costas’
Inconformada com o barulho da música, Fernanda voltou a pedir para o marido abaixar o volume. Nesse momento, conforme relatou Marcos, ele teria ficado irritado. “Esperei ela entrar para dentro da casa, fui até a cozinha e peguei a faca. Fui até o quarto e desferi o golpe nas costas dela”, relatou Marcos.
Ele disse que com o golpe a faca quebrou. Provavelmente a lâmina tenha ficado nas costas de Fernanda, o que não foi confirmado ainda pela perícia. Ferida, a mulher correu para a cozinha. No trajeto ela deixou marcas de sangue pelo chão. Com intenção de consumar o crime, Marcos foi atrás dela e pegou outra faca.
Para se defender, Fernanda tentou atirar uma cadeira no marido, mas estava sem forças. Ela começou a gritar e assustado Marcos desferiu outros golpes. “Eu voltei a acertar as costas dela até cair ao chão. A faca quebrou de novo e peguei uma outra”, relatou o assassino confesso.
Criança levantou as mãos para se proteger
Com o barulho, o bebê de do casal, de sete meses, começou a chorar. Marcos disse que não pensou duas vezes. “Como eu tinha bebido muito não sei porque matei as crianças”, relatou, dizendo que a culpa foi da cachaça. Ele afirmou que para calar a criança acertou um golpe certeiro no peito dela. O menino dormia no berço. Com muita raiva, o assassino desferiu 23 golpes no bebê.
A outra criança, de dois anos e sete meses, filho apenas de Fernanda, levou um total de 22 facadas. Ela dormia na cama junto com a mãe e para tentar se defender do padrasto levantou as mãos. Marcos acertou um dos dedos do menino, que foi decepado. Um dos golpes pegou também no pulso do menino, que quase separou a mão do braço. Depois disso o assassino desferiu impiedosamente outros golpes. O detalhe que todos foram na região do peito, pescoço e rosto. A criança teve um profundo corte na garganta.
Desligou o som e trocou de roupas
Consumado a chacina, Marcos disse que sentou na varanda da casa, desligou o som e trocou de roupas, já que estava todo cheio de sangue. Pegou a bicicleta e saiu rumo ignorado. Dormiu em meio a plantação de soja e acordou no raiar do sol.
Ele disse que levou uma foice com a intenção de se matar, mas não teve coragem. “Primeiro eu tentei me matar lá na chácara e não consegui. Depois fui para debaixo de uma árvore, na estrada, mas também não consegui”, explicou.
Logo após o crime ser descoberto, por volta das 9h30min de ontem (20), a polícia começou a fazer diligências na região de Itaporã. Marcos foi encontrado na região da mata do Kodama, entre Itaporã e Dourados. Quando ele avistou os policiais, que estavam de motocicleta, tentou se esconder no meio da soja, mas não deu certo e foi detido.
Encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Itaporã foi autuado em flagrante por triplo homicídio qualificado pelo delegado Winston Ramão Albres Garcia.
Ainda ontem foi pedido a transferência de Marcos para uma unidade prisional de segurança máxima do Estado. A primeira noite atrás das grades não foi em Itaporã. O delegado disse que ele foi transferido para o presídio de Naviraí.
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Comentário de
Mato grossense — 21 de janeiro de 2012 às 12:48
Mais que filho da …………. mãe … esse covarde de uma figa…
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bety — 21 de janeiro de 2012 às 13:35
seu delegado larga ele na rua,e deixa o povo matar,deixa morrer d vagarinho,nao vai ser pecado o senhor fazer isso.ele matou os inocentes dormindo,sem defesa alguma,porqele vai ter direito de advogado ?isso nao existe,nem um monstro faria isso ,tem d matar ele e jogar pras cobras comer,isso si elas vao ter coragem
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Pai de Familia — 21 de janeiro de 2012 às 17:35
Desgraçado, eu não acreditava que o demonio existia mas mudei de ideia, ta ai a prova viva do diabo em forma de humano, agora eu pergunto para que prender uma desgraça dessa, e ainda vai ficar em cela separada para os outros presos não maltrata-lo, sinceramente eu nunca pense em assassinar alguem mas esse porco imundo eu teria o maior prazer.
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pescador — 21 de janeiro de 2012 às 19:16
os presos derveria comer o c……….. desse fdp rancar os olhos deles a linga as mãos os pés jogar ele dentro de um barril de pinga e depois atear fogo e deixar ele queimando
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desconhecidoÔ — 12 de fevereiro de 2012 às 18:01
Cara um fdp desse não merece viver tem que morrer..desgraçado..vagabundo,cachaceiro..tomara q morra…fazer uma barbaridade dessa com a própria mulher q por sinal era uma criança e com o próprio filho e o enteado…sinceramente não merece viver…#fato