- Publicada em 13 fev 2012 às 15:46
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G1/ML
A Polícia Civil vai interrogar familiares e amigos do jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, de 51 anos, morto a tiros na noite de domingo (12), em Ponta Porã, região de fronteira com o Paraguai, distante 346 km de Campo Grande. O delegado responsável pelo caso, Clemir Vieira Júnior, informou que uma das suspeitas é que a morte do jornalista tenha sido um caso de pistolagem (assassinato por encomenda).
Segundo informações da Polícia Civil, o jornalista estava em um veículo de passeio na avenida Brasil quando foi baleado por dois homens em uma motocicleta.
Após ser atingido, conseguiu dirigir por mais 100 metros e parou o carro para pedir ajuda em um hotel. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
“Nos próximos dias vamos colher depoimentos de pessoas que conviviam com a vítima para saber se ela recebia ameaças ou teve problemas e desentendimentos mais sérios com alguém”, disse o delegado.
O caso foi registrado como homicídio doloso e será investigado pela 1º Delegacia de Polícia de Ponta Porã.
Profissão
O jornalista, que era conhecido por todos como Paulo Rocaro, era editor-chefe do Jornal Da Praça e diretor do portal de notícias Mercosulnews.com.
Em nota divulgada hoje, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) manifestou pesar pela morte do jornalista e cobrou, das autoridades competentes, agilidade nas investigações e no esclarecimento do crime.
O relatório anual da ONG Campanha Emblema de Imprensa (PEC) colocou o Brasil em 6º lugar no ranking dos países mais violentos para o exercício da profissão de jornalismo. Segundo dados do relatório, 6 jornalistas foram assassinados em 2011 no país.
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Comentário de
regulação da mídia já. — 13 de fevereiro de 2012 às 16:32
enquanto não regulamentar a atividade (não estou falando de censura), a violência pode continuar acontecendo neste segmento, pois jornalistas não tem limites.
o limite muitas das vezes é a justiça privada como provavelmente deve ter acontecido no caso deste senhor.
os marrons publicam o que querem só pra ganhar dinheiro e não tem qualquer punição.
coxim tem exemplo disso.