- Publicada em 15 abr 2011 às 11:17
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Com mais de 266 mil votos, ou 19% dos eleitores no Distrito Federal, o economista carioca ganhou destaque na Câmara Distrital durante o escândalo que levou à queda do então governador, José Roberto Arruda.
Folha online/ML
“Eu quero falar sobre as minhas propostas. As propostas.” Deputado proporcionalmente mais votado do país aos 38 anos de idade, José Antônio Reguffe (PDT-DF) quer evitar rótulos depois de já ter se tornado um incômodo para vários colegas. Novato na Câmara, abriu mão de uma série de benefícios, de forma irrevogável e sem precedentes. Defensor da austeridade no Congresso, onde é chamado de demagogo e de Dom Quixote por (muitos) adversários, ele cobra mais ousadia nos cortes de gastos públicos do governo da presidente Dilma Rousseff.
Com mais de 266 mil votos, ou 19% dos eleitores no Distrito Federal, o economista carioca ganhou destaque na Câmara Distrital durante o escândalo que levou à queda do então governador, José Roberto Arruda. Lá, tomou medidas semelhantes às que adotou no Congresso Nacional no início de seu primeiro mandato. Abriu mão dos 14º e 15º salários, rejeitou a cota de passagens aéreas, fixou em nove o número de assessores de gabinete –poderiam ser 25–, e descartou receber qualquer verba indenizatória até o fim do mandato.
“Se o político faz algo errado, jogam pedra. Se faz o que é certo, querem julgar a intenção. Eu pelo menos estou fazendo a minha parte. Tudo que eu proponho eu dou exemplo antes no meu gabinete”, disse Reguffe ao UOL Notícias. “Quem dera tantos fossem demagogos como eles acham que eu sou. O contribuinte agradeceria. A população hoje não acredita na classe política. Isso é culpa dos personagens, por desvios éticos inaceitáveis. Mas também é culpa do sistema como um todo. Um sistema que os políticos profissionais não querem mudar.”
De acordo com cálculos do pedetista, ao final do seu mandato ele terá economizado aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões com suas medidas. Se todos os 513 deputados tomassem as mesmas iniciativas, a economia seria de mais de R$ 1,2 bilhão –embora esteja nesse valor o auxílio-moradia, fundamental para parlamentares de fora de Brasília. “Podem me criticar por qualquer coisa, menos dizer que eu não fiz no meu mandato exatamente o que disse que ia fazer na minha campanha”, afirma Reguffe. “Isso que fiz é compromisso de campanha.”
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Comentário de
joel ribeiro — 15 de abril de 2011 às 15:08
QUANDO O POVO BRASILEIRO PENSA QUE NÃO TEM MAS JEITO,
COM TANTOS POLITICOS CORRUPTO SAFADO,QUE NÃO ESTA NEM AÌ PARA AS PESSOAS MAS CARENTE.
PARABENS DEPUTADO.
BEM QUE NOSSOS VEREADORES PODERIAM ABRIR MÃO DE MUITA COISA. SERA QUE TERIAM CORAGEM DE LARGAR DA TETA…….
Comentário de
marcos — 15 de abril de 2011 às 18:18
nossos vereadores sequer investigaram a denuncia do givanildo.
o pior é que tem um vereadorzinh0 que fica cuidando da casa dos outros e não cuida da dele.
e a gasolina da camara?
Comentário de
lobista — 15 de abril de 2011 às 20:16
isso sim é politico na atual conjuntura se os politicos do Brasil abrisse mao das verba talvez poderimos ter uma saude melhor ,educaçao de qalidade e a disparidade entre ricos e pobres diminuiriam
nosso país tem tres classes sociais
os ricos;
os pobres;
e os muitos miseraveis;