- Publicada em 17 abr 2011 às 12:00
- vista 579 vezes
Ainda conforme a direção do partido, a maioria das expulsões aconteceu por infidelidade partidária, pelo filiado ter se envolvido publicamente com candidatos de outros partidos.
CGNews/ML
A cruzada da direção estadual do PPS contra supostos infiéis teve mais um capítulo neste sábado: 22 filiados foram expulsos, sendo um prefeito, um vice e 20 vereadores.
O prefeito e o vice expulsos foram Willian Douglas de Souza Brito (Rio Verde) e Mauro Fascincani (Angélica), respectivamente.
De acordo com a assessoria de comunicação do presidente regional do partido, vereador Athayde Nery, a decisão foi tomada com base nos pareceres da Comissão de Ética, em cumprimento às Resoluções Orgânicas Nacionais da Legenda.
Foram expulsos os vereadores Luciano Bragança e Luiz Antonio Milhorança, de Angélica; Wezer Lucarelli, de Aquidauana; Randerson Lima, de Bataguassu; Joaquim Matos de Moraes, de Brasilândia; e Mario Cesar Fonseca, de Campo Grande.
A lista de vereadores expulsos tem ainda José Anacleto de Silva, Agnaldo Santos e Claudio Beraldi, de Eldorado; Fausto José de Souza, de Gloria de Dourados; Gerson Carneiro Escobar e Pedro Henrique Teixeira, de Itaporã; Helio Tadeu Ruiz e Sergio Henrique Braga, de Jardim; Rose Monica Duck Ramos e Francisco Alves Araújo, de Jateí; Antonio Marcos Teodoro e Willian Fontoura, de Pedro Gomes; José de Freitas Neto, de Rio Brilhante; e Flávio Roberto Alves Britto, de Rio Verde.
Ainda conforme a direção do partido, a maioria das expulsões aconteceu por infidelidade partidária, pelo filiado ter se envolvido publicamente com candidatos de outros partidos.
Além das expulsões, o partido fez ainda três advertências públicas e arquivou dois processos. Outros dois representados na Comissão de Ética pediram desfiliação.
O vereador Athayde Nery diz que foram cumpridos todos os procedimentos previstos no Estatuto do partido, e que todos tiveram direito à defesa na Comissão de Ética e no plenário.
“Não é fácil fazer isso, mas é decisivo para a democracia, em um processo de resgate do respeito da população aos partidos políticos e a representação”, disse.
O PPS destituiu ainda os diretórios de Angélica, Aral Moreira, Eldorado, Glória de Dourados, Itaporã, Jaraguari, Jardim, Jateí, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso e Santa Rita do Pardo e reestruturou os de Campo Grande, Bataguassu, Dourados e Maracaju.
AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Coxim Agora. É proibida a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Comentários postados que não respeitem os critérios exigidos neste aviso poderão ser retirados sem notificação.1 Comentário Quero comentar!
Feed RSS para comentários sobre este post. Topo da Página





Comentário de
SILVANO ALVES TOSTA — 13 de maio de 2011 às 03:38
SE HOUVE OU NÃO PERSEGUIÇÃO PO PARTE DO PRESIDENTE DO PPS, UMA COISA É CERTA: TODOS OS CULPADOS DEVERÃO PAGAR, INCLUSIVE, SE NECESSÁRIO FOR, O PRÓPRIO PRESIDENTE DO PARTIDO, POIS NÃO SE PERMITE UMA DEFESA ALEGANDO INJUSTIÇA DO PRÓPRIO PRESIDENTE, OU COMO O VELHO DITADO DIZ: “NÃO SE FAZ JUSTIÇA UTILIZANDO A INJUSTIÇA.”
DEVE-SE AVERIGUAR OS FATOS E PUNIR OS CULPADOS COM A PRÁTICA DE INFIDELIDADE PARTIDÁRIA, E SE POSSÍVEL, FICAREM INELEGÍVEIS.
POR DERRADEIRO, ESSAS DECISÕES DEVEM SER LEVADAS AO PÚBLICO, E COM ISSO, SEJA RESGATADA UM POUCO DE CREDIBILIDADE AOS FUTUROS E NOVOS POLÍTICOS!