• Publicada em 17 abr 2011 às 12:00
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PPS expulsa prefeito e vice e 20 vereadores em MS

Ainda conforme a direção do partido, a maioria das expulsões aconteceu por infidelidade partidária, pelo filiado ter se envolvido publicamente com candidatos de outros partidos.

CGNews/ML

Foto: Ilustrativa

A cruzada da direção estadual do PPS contra supostos infiéis teve mais um capítulo neste sábado: 22 filiados foram expulsos, sendo um prefeito, um vice e 20 vereadores.

O prefeito e o vice expulsos foram Willian Douglas de Souza Brito (Rio Verde) e Mauro Fascincani (Angélica), respectivamente.

De acordo com a assessoria de comunicação do presidente regional do partido, vereador Athayde Nery, a decisão foi tomada com base nos pareceres da Comissão de Ética, em cumprimento às Resoluções Orgânicas Nacionais da Legenda.

Foram expulsos os vereadores Luciano Bragança e Luiz Antonio Milhorança, de Angélica; Wezer Lucarelli, de Aquidauana; Randerson Lima, de Bataguassu; Joaquim Matos de Moraes, de Brasilândia; e Mario Cesar Fonseca, de Campo Grande.

A lista de vereadores expulsos tem ainda José Anacleto de Silva, Agnaldo Santos e Claudio Beraldi, de Eldorado; Fausto José de Souza, de Gloria de Dourados; Gerson Carneiro Escobar e Pedro Henrique Teixeira, de Itaporã; Helio Tadeu Ruiz e Sergio Henrique Braga, de Jardim; Rose Monica Duck Ramos e Francisco Alves Araújo, de Jateí; Antonio Marcos Teodoro e Willian Fontoura, de Pedro Gomes; José de Freitas Neto, de Rio Brilhante; e Flávio Roberto Alves Britto, de Rio Verde.

Ainda conforme a direção do partido, a maioria das expulsões aconteceu por infidelidade partidária, pelo filiado ter se envolvido publicamente com candidatos de outros partidos.

Além das expulsões, o partido fez ainda três advertências públicas e arquivou dois processos. Outros dois representados na Comissão de Ética pediram desfiliação.

O vereador Athayde Nery diz que foram cumpridos todos os procedimentos previstos no Estatuto do partido, e que todos tiveram direito à defesa na Comissão de Ética e no plenário.

“Não é fácil fazer isso, mas é decisivo para a democracia, em um processo de resgate do respeito da população aos partidos políticos e a representação”, disse.

O PPS destituiu ainda os diretórios de Angélica, Aral Moreira, Eldorado, Glória de Dourados, Itaporã, Jaraguari, Jardim, Jateí, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso e Santa Rita do Pardo e reestruturou os de Campo Grande, Bataguassu, Dourados e Maracaju.

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1 Comentário Quero comentar!

  • Comentário de

    SILVANO ALVES TOSTA — 13 de maio de 2011 às 03:38

    SE HOUVE OU NÃO PERSEGUIÇÃO PO PARTE DO PRESIDENTE DO PPS, UMA COISA É CERTA: TODOS OS CULPADOS DEVERÃO PAGAR, INCLUSIVE, SE NECESSÁRIO FOR, O PRÓPRIO PRESIDENTE DO PARTIDO, POIS NÃO SE PERMITE UMA DEFESA ALEGANDO INJUSTIÇA DO PRÓPRIO PRESIDENTE, OU COMO O VELHO DITADO DIZ: “NÃO SE FAZ JUSTIÇA UTILIZANDO A INJUSTIÇA.”
    DEVE-SE AVERIGUAR OS FATOS E PUNIR OS CULPADOS COM A PRÁTICA DE INFIDELIDADE PARTIDÁRIA, E SE POSSÍVEL, FICAREM INELEGÍVEIS.
    POR DERRADEIRO, ESSAS DECISÕES DEVEM SER LEVADAS AO PÚBLICO, E COM ISSO, SEJA RESGATADA UM POUCO DE CREDIBILIDADE AOS FUTUROS E NOVOS POLÍTICOS!

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