• Publicada em 1 abr 2011 às 09:07
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No Senado, Moka defende diagnóstico preciso para o autismo

De acordo com Moka, o crack já chegou às pequenas cidades e à área rural por causa do preço acessível.

Redação/Assessoria/ML

O senador Waldemir Moka defende diagnóstico preciso para os portadores do autismo e convoca a sociedade sul-mato-grossense para participar do Dia Mundial do Autismo, a ser celebrado neste sábado (2).

Em pronunciamento na noite de quinta-feira (31) no Senado, Moka apoiou decisão da Subcomissão Permanente de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência de realizar audiências públicas com representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria e especialistas de diversas áreas da saúde.

“O diagnóstico correto é fundamental para o tratamento do problema. Temos conhecimento de crianças portadoras do distúrbio que são tratadas de forma equivocada.  O Senado deve ter uma postura de intermediação, chamar o problema para as comissões, estabelecer mecanismos no sentido de avançar no tratamento do autismo”, afirmou.

Moka diz que o dia em homenagem aos autistas é oportunidade para que a sociedade tenha acesso a informações e que compreenda as necessidades das crianças portadoras do distúrbio.

Em vários Estados, monumentos históricos serão iluminados com a cor azul. No Rio de Janeiro, o Cristo Rendentor foi escolhido. Em Campo Grande, a cor símbolo da campanha iluminará o Obelisco.

Crack

Em seu discurso, o senador também registrou audiência publica promovida quinta-feira (31) pela Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos de Álcool, Crack e outras Drogas. Os parlamentares aprovaram a realização de um ciclo de debates para discutir o uso disseminado do crack.

De acordo com Moka, o crack já chegou às pequenas cidades e à área rural por causa do preço acessível. O senador alertou que a droga, ao contrário da cocaína e da maconha, torna as pessoas altamente dependentes já no primeiro contato.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), em aparte, disse que o problema da droga ameaça o futuro do país de forma trágica e apontou o crack como o problema mais grave de todos.

* Com informações da Agência Senado

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